“Precisamos da Bancada do Empreendedor”

O secretário municipal das Prefeituras Regionais de São Paulo,  Marcos Penido, participou de reunião plenária setorial da vice-presidênciade Incorporação Imobiliária e Terrenos Urbanos do Secovi-SP, ocorrida em 21/6, na sede da entidade. Cerca de 90 incorporadores líderes de mercado trocaram ideias com o secretário sobre como tornar o setor mais produtivo.

Marcos Penido e Emilio Kallas


Além de questões como calibragem da Lei de Zoneamento (que, segundo o convidado, deveria acontecer rapidamente), direito de protocolo e segurança jurídica, o cenário político eleitoral também permeou a conversa como secretário, para quem é indispensável o real engajamento do empresariado.

"Os empresários não devem temer em levar para as ruas suas bandeiras em prol da diminuição do tamanho do Estado (para criar eficiência e agilidade), do livre mercado e do desenvolvimento econômico para gerar empregos. Devem atuar ativamente e formar opinião em meio às pessoas com as quais se relacionam”, afirmou o secretário.  “Eleger parlamentares é tão ou mais importante que votar para presidente ou governador. É na Câmara dos Deputados que as coisas acontecem. Aliás, passou da hora de ser criada a Bancada do Empreendedor, aquele que faz o País crescer”, adicionou.

Quanto à segurança jurídica, Penido explicou que grande tempo e energia são dispendidos para enfrentar liminares que afetam leis em vigor. “Felizmente, já se vislumbra no próprio Judiciário o reconhecimento de que as coisas precisam mudar, como é o caso de atribuir ao acusado o ônus da prova em sua defesa”, disse.

Vitórias e expectativas – Emilio Kallas, vice-presidente responsável pelo encontro, citou importantes conquistas obtidas pelo Secovi-SP nos últimos 60 dias, como a derrubada de liminar que suspendeu o direito de protocolo e a regulamentação dos distratos na Câmara dos Deputados. “Ambos os assuntos ainda dependem de definição final pela Justiça (julgamento de mérito do direito de protocolo) e Senado (aprovação do projeto de lei referente a distratos). Mas avançamos muito. Aliás, o Secovi-SP atuou decisivamente na questão do protocolo como amicus curiae (amigo da causa), coisa que nenhuma empresa poderia  ser  individualmente. É um exemplo do que fazemos pelo setor, reforçando a importância da contribuição das empresas para a continuidade desse trabalho”, asseverou.

Mercado – Kallas comentou que o  mercado  imobiliário caminhou bem até maio, quando veio a greve dos caminhoneiros. “Aquele momento, mais político que econômico, fez com que as empresas adotassem postura cautelosa, o que se pode refletir nos próximos resultados”, pontuou.


“Brasil é mais que desigual. É injusto!”

Alckmin: “Emprego na veia está em habitação, saneamento, estradas, portos, aeroportos e ferrovias”


Assim o pré-candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin, define o Brasil “É injusto na forma como arrecada os tributos (impostos sobre consumo) e como devolve os recursos. Isso é insustentável”, afirmou no Ciclo de Debates Eleições 2018 promovido pela frente Reformar para Mudar, na sede do Instituto de Engenharia (18/6).

Seu programa contempla uma ‘agenda de produtividade’, com base em bons projetos, foco na educação básica e gestão eficiente. Para ele, o maior desafio é gerar emprego (sem salário não há consumo).“Comos avanços tecnológicos,habitação e infraestrutura serão os únicos setores a oferecer emprego na veia. Incentivar esses segmentos é fundamental para o País.”

 

 

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