Locação

Aluguel residencial mantém estabilidade na cidade de São Paulo


Pesquisa do Secovi-SP aponta variação de 0,90% em julho e retração de 1,39% nos últimos 12 meses
          Os imóveis que tiveram o maior acréscimo foram os de 3 dormitórios.

O valor dos contratos de locação residencial fechados na cidade de São Paulo permaneceu estável (+0,90%) em julho, na comparação com o resultado do mês de junho, segundo Pesquisa de Locação do Secovi-SP.

Nos últimos 12 meses (agosto de 2019 a julho de 2020), houve uma retração de -1,39%, percentual bem abaixo do IGP-M (Índice Geral  de Preços - Mercado), da Fundação Getúlio Vargas, que registrou variação de 9,27%  no mesmo período.

“Constatamos essa queda gradual do valor médio de locação desde maio deste ano”, observou Adriano Sartori, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP, que atribuiu essa redução às renegociações de contratos  dos últimos meses. Segundo ele, muitos inquilinos buscaram, junto aos proprietários, a redução ou o diferimento dos valores de locação praticados, em decorrência de dificuldades econômicas advindas da pandemia.

“Se por um lado as negociações têm sido exitosas, o que é extremamente positivo, pois assim se evita a judicialização. Por outro lado, observamos esta redução gradual dos valores decorrentes dos acordos fechados. Tudo indica que a tendência deverá continuar nos próximos meses. Porém, com a reabertura gradativa do comércio e de outras atividades, a tendência é de recuperação de alguns setores, minimizando o impacto no mercado de locação”, ressaltou Sartori.

Adriano Sartori:  "Com a reabertura gradativa das atividades, a tendência é de
recuperação de alguns setores, minimizando o impacto no mercado de locação”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tipologias

Em julho, os imóveis que tiveram o maior acréscimo foram os de 3 dormitórios, com alta de 3%, em média. As unidades de 1 e 2 quartos mantiveram estabilidade, com variação de 0,40% e de 0,60%, respectivamente.

Garantias locatícias

O tipo de garantia mais frequente em julho foi o fiador, responsável por quase metade (46%) dos contratos. O depósito de até três aluguéis também foi muito utilizado por 38% dos locatários, que preferiram essa modalidade de garantia. O seguro-fiança foi o instrumento jurídico usado em 16% dos contratos de locação residencial.

Índice de Velocidade de Locação

As casas e os sobrados foram alugados num intervalo médio de 33 dias a 57 dias. Já os apartamentos escoaram em um ritmo mais lento 40 dias a 83 dias: o IVL (Índice de Velocidade de Locação), que mede em número de dias quanto tempo leva até o contrato de locação ser assinado, apontou prazo de 33 dias a 83 dias.

Confira a íntegra da Pesquisa da Locação do Secovi-SP.

 

Autor: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP


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