Institucional

Caixa Econômica está preparada para os desafios dos próximos anos


Afirmação é de Nelson de Souza, presidente do banco, que palestrou sobre o legado da instituição ao novo governo
Nelson de Souza apresenta números da Caixa a empre-
sários da indústria imobiliária

Depois de se haver em dificuldades para cumprir o acordo de Basileia ao longo do ano passado, a Caixa Econômica Federal está em um novo e favorável momento. O índice subiu 4,6 pontos nos últimos 12 meses, indo a 19,8% no terceiro trimestre deste ano. Mais: o nível 1 estava em 13,3%, quase 4 pontos porcentuais acima do requerido em janeiro de 2019 pelas exigências de Basileia III.

“Hoje, nesse quesito, somos os melhores entre todos os bancos que operam no País. No ano passado, chegamos a ser o pior”, destacou Nelson de Souza, presidente da Caixa, em palestra a empresários da indústria imobiliária durante reunião da política Olho no Olho do Secovi-SP. Com isso, a instituição deixa de necessitar de aportes do governo.

Amary: diálogo com a Caixa viabilizou linha de
crédito ao lote urbanizado

Outra boa notícia diz respeito aos resultados financeiros do banco: houve lucro de R$ 4,8 bilhões no terceiro trimestre, alta de 122% em relação ao mesmo período de 2017. Nos nove primeiros meses deste ano, o lucro chegou a R$ 11,5 bilhões, cifra 83,7% superior frente aos nove primeiros meses de 2017. “É o melhor resultado recorrente que já atingimos em nossa história. O desempenho desses três primeiros trimestres já supera o que esperávamos [para o resultado] projetado para este ano todo, de cerca de R$ 9 bilhões.”

Apresentando números históricos da Caixa, o executivo destacou o desembolso de R$ 800 bilhões para financiar habitação na última década. Já nos últimos 12 meses, a carteira de crédito habitacional do banco cresceu 2,8%, enquanto a do mercado como um todo recuou 0,7%. Atualmente, o crédito habitacional representa 64,3% da carteira de crédito da Caixa.

Legenda

Souza manifestou preocupação em relação aos destinos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de

Serviço) e apresentou propostas para aliviar a pressão sofrida pelo Fundo. “Só conseguiremos continuar financiando se os ataques ao FGTS acabarem”, alertou.

Em relação ao Minha Casa, Minha Vida, o presidente da Caixa acredita que, dada a limitação do Orçamento Geral da União, a faixa 1 necessita de readequações. Só assim terá capacidade de atender aos mais necessitados. Uma ideia gestada pelo banco é a de transferir parte da demanda do faixa 1 para a 1,5. “O funding para a operação da faixa 1,5 seria meio a meio, 50% do FGTS e 50% da poupança”, descreveu. Assim, de acordo com Souza, seria possível financiar de imediato 1 milhão de residências.

Flavio Amary, presidente do Secovi-SP, aproveitou a ocasião para agradecer o trabalho de Souza à frente da Caixa. “Sempre tivemos as portas abertas para o diálogo, desde que o Nelson era vice-presidente de Habitação”, frisou. Graças a essas conversas, uma antiga demanda do setor foi atendida: a criação de uma linha de financiamento para lote urbanizado, o Produlote.

Autor: Assessoria de Comunicação do Secovi-SP


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