Institucional

Corrente do bem para combater o mal


Na busca de erradicar a exploração de crianças e adolescentes vítimas de exploração sexual no Brasil, Instituto Liberta recebe apoio do Secovi-SP

Os números assustam. Cerca de 500 mil crianças e adolescentes são vítimas de exploração sexual no Brasil, a maioria delas com idade entre 7 e 14 anos. Para combater esse mal em todas as suas formas foi criado, no final do ano passado, o Instituto Liberta, liderado pela advogada Luciana Temer e que surgiu do desejo do empresário Elie Horn em contribuir com as questões sociais.

O instituto defende que o caminho para erradicar esse grave problema social passa, necessariamente, pela conscientização da sociedade e pelo estímulo à denúncia, dentre outras ações (veja abaixo). Para tanto, divulga o número de telefone 100, para o qual devem ligar todos aqueles que tiverem conhecimento de casos envolvendo crianças e adolescentes nessa situação.

O Liberta busca a ajuda de apoiadores e parceiros para propagar o combate a uma questão sensível e que está presente no mundo inteiro, mas não é enfrentada como se deve. “As campanhas são o meio que encontramos para movimentar o tema, conscientizar e chamar a atenção da sociedade em todo o Brasil. Lamentavelmente, há regiões onde o assunto é tratado com naturalidade, inclusive pelos pais dessas crianças”, explica a advogada.

Nesse sentido, o Secovi-SP decidiu abraçar a causa e expandir essa corrente do bem, disseminar as ações desenvolvidas pelo instituto entre seus associados e representados. O presidente Flavio Amary lembra que, há 27 anos, inconformada com a quantidade de adolescentes vendendo balas em faróis para ganhar algum dinheiro, a entidade criou o Ampliar, programa que profissionaliza jovens em situação de risco social. Hoje, mais de cinquenta mil deles vivem de seu trabalho. “Igualmente inconformados com o alarmante número de crianças e adolescentes vítimas de exploração sexual, manifestamos nosso apoio ao Liberta tão logo conhecemos a proposta”, afirma.

Para a coordenadora do programa Gentilezas Urbanas do Sindicato da Habitação, a empresária Roberta Bigucci, campanhas dessa natureza devem ser de todos os cidadãos. “Eu tenho filhos, trabalho para educá-los para o bem e procuro afastá-los do que não considero adequado. Mas isso não me isenta de também me preocupar com outros filhos”, diz. Dentro ou fora de casa, acrescenta Roberta, existem 500 mil crianças sofrendo abuso sexual, perdendo a inocência e a fé na humanidade e na vida. “Quem ver ou ouvir casos dessa natureza, não deve se omitir. Um simples gesto pode evitar que essa prática continue. Basta discar 100”, incentiva a empresária. “Denuncie. Divulgue. Seja parte da solução.” 

 

Passos para a erradicação da exploração sexual de crianças e adolescentes

De acordo com o Instituto Liberta, o caminho para a erradicação passa pelas seguintes ações:

    Conscientizar as pessoas sobre a gravidade do problema, desnaturalizando essa prática em parte incorporada e aceita socialmente.

        Estimular a sociedade a denunciar.

        Trabalhar com o aprimoramento da rede de proteção, desde a prevenção até a recuperação das crianças e adolescentes já cooptados.

        Trabalhar com o aprimoramento do sistema de justiça nesta questão.

        Trabalhar pelo aprimoramento da legislação sobre o tema.

      Melhorar a qualidade da informação e dados sobre o problema.

Faça o download do material de divulgação:

 

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