Institucional

Desenvolvimento sustentável pauta palestra de Fábio Barbosa


Novo consumidor valoriza responsabilidade socioambiental e ética, elementos que devem estar no DNA das empresas que querem permanecer competitivas
Fábio Barbosa: adesão a práticas socioambientais e valores éticos é questão de
sobrevivência no mundo empresarial

Riscos e oportunidades no âmbito do desenvolvimento sustentável pautaram a última reunião plenária do Secovi-SP. Fábio Barbosa, vice-presidente da Fundação Itaú Social, falou sobre o tema para um público de mais de 40 associados e interessados no tema.

Barbosa foi pragmático: adesão a práticas socioambientais e valores éticos é questão de sobrevivência no mundo empresarial. De acordo com ele, a cultura de conformidade ao “era assim que se fazia antigamente” para justificar, entre outras condutas, a contratação de mão de obra sem registro, poluir o meio ambiente, não respeitar os direitos dos consumidores etc, mudou radicalmente, e para melhor. O novo consumidor quer saber onde, por quem e como é fabricado o produto que ele compra, que matéria-prima é utilizada, que tratamento é dado aos resíduos.

“Há três razões pelas quais executivos e empresários se aproximaram da sustentabilidade: por convicção, por conveniência ou por constrangimento. Não dá mais para dizer que na sua empresa qualquer questão socioambiental ou ética é ignorada”, afirmou. “A informação se disseminou e as pessoas estão mais cientes de seus direitos. A sociedade mudou.”

Segundo o executivo, o viés inspiracional da sustentabilidade vem ganhando terreno: a partir das demandas – “irreversivelmente crescente” – desse novo consumidor, muitos novos negócios podem surgir.

Hamilton Leite, pró-reitor da Univesidade Secovi, e Carlos Borges, VP
de  Tecnologia e Qualidade do Secovi-SP, ladeiam Barbosa

O executivo até adaptou a famosa citação do economista Milton Friedman “The business of business is business” (“o negócio dos negócios são negócios”) para “o negócio dos negócios são negócios sustentáveis”, ou seja, faça hoje o que vai poder fazer amanhã e depois de amanhã – um negócio contínuo. E defende autorregulamentação: melhor promover aprimoramentos nos seus negócios, antevendo e antecipando tendências, do que na força da lei, feita por quem pouco conhece o seu setor.

Ao final, Barbosa respondeu perguntas dos participantes, sob a coordenação de Hamilton Leite, pró-reitor da Universidade Secovi, e do vice-presidente de Tecnologia e Qualidade da entidade, Carlos Borges.

Autor: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP

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