Institucional

Eduardo Oinegue e Reinaldo Azevedo participam de mesa-redonda


Jornalistas comentaram o atual cenário político e econômico do País, durante evento promovido em conjunto por Secovi-SP, Fiabci-Brasil e Grupo Bandeirantes
Basilio Jafet: Macroeconomia impulsiona o mercado imobilário

Mesa-redonda promovida em conjunto por Secovi-SP, Fiabci-Brasil (Federação Internacional Imobiliária) e Grupo Bandeirantes foi realizada nesta segunda-feira, 2 de dezembro, reunindo público formado por empresários do setor imobiliário.

Na abertura do evento, que aconteceu no Milenium Centro de Convenções, Basilio Jafet, presidente do Secovi-SP, destacou como pilares da retomada do mercado imobiliário a edição da Lei dos Distratos, que vem para regularizar o não cumprimento unilateral do contrato de compra e venda de imóveis; a volta da confiança de empresários e compradores; e a queda dos juros. “As boas condições macroeconômicas impulsionaram a retomada do setor, cuja perspectiva é fechar 2019 com o lançamento de 45 mil imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo”, anunciou Jafet.

O presidente da Fiabci-Brasil (Federação Internacional Imobiliária), José Romeu Ferraz Neto, afirmou que, em 2019, a construção civil apresentou um pequeno avanço na recuperação de vagas formais de trabalho. “Apesar de 160 mil novos empregos, o número é pequeno perto da capacidade do setor. Contudo, as regiões Norte e Nordeste do País ainda não melhoraram.”

Eduardo Oinegue (com microfone): vários governos dentro do governo

Eduardo Oinegue não se aventurou a traçar perspectivas para 2020, porque, de acordo com ele, tudo depende da forma de olhar para as inúmeras situações político-econômicas do País. “Há vários governos dentro do governo”, disse o jornalista, referindo-se ao Executivo federal.

Ele ressaltou que, até 2022, quando serão realizadas novas eleições presidenciais, ainda faltam dois anos, que representam muito tempo para se arriscar possíveis tendências no processo sucessório. “Na política, é preciso cuidado com previsões.” Esse cuidado, no Brasil, tem de ser, principalmente, com a imprevisibilidade jurídica, econômica e política. “O que não pode ocorrer é a imprevisibilidade institucional”, disse Oinegue.

Reinaldo Azevedo: imprensa apoiou Reforma da Previdência

Reinaldo Azevedo, também convidado para a mesa-redonda, disse que as previsões para o próximo ano não são ruins, em razão de avanços econômicos importantes. Contudo, acredita que as declarações do presidente da República podem gerar impactos negativos no processo de aprovação das reformas Administrativa e Tributária. “A Reforma da Previdência teve grande apoio popular e da imprensa, e forte atuação do Congresso Nacional, nas figuras de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, artífices da aprovação”, destacou o jornalista.

Azevedo falou da importância da oposição nas democracias e que o governo tem de “descobrir os pobres”. A falta de uma política governamental para essa faixa econômica incentiva a exploração populista, seja da direita ou da esquerda.

Confira as fotos do evento no Flickr do Secovi-SP.

Autor: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP


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