Administração de Condomínio

Em novembro, custos condominiais ficaram acima do IGP-M


Segundo estudo do Secovi-SP, a variação acumulada em 12 meses foi de 2,70%
Custos condomíniais superam o IGP-M

Segundo apurado pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), em novembro, o Índice dos Custos Condominiais (Icon) registrou um aumento de 1,04% na Região Metropolitana de São Paulo. A variação acumulada em 12 meses (dezembro de 2016 a novembro de 2017) foi de 2,70%, percentual superior ao IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), medido pela Fundação Getúlio Vargas, que foi de -0,86% no mesmo período.

O item Tarifas registrou alta de 5,70% no mês e de 6,78% no acumulado dos últimos 12 meses. Já o item Manutenção e Equipamentos apresentou variação de 0,52% no mês e de -0,88% no acumulado. As despesas com Conservação e Limpeza tiveram pequena alta de 0,19% e de variação de -1,72% no acumulado. O grupo formado por itens Diversos subiu 0,52% e variação de -0,88% no acumulado. As despesas com Pessoal e Encargos mantiveram estabilidade, totalizando 2,84% no acumulado do referido período. 

Para Hubert Gebara, vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP, o Icon serve de referência para síndicos e administradoras avaliarem as variações dos gastos de seus condomínios. "Ao comparar seus índices com o Icon, é possível dimensionar se seus gastos, principalmente, nos itens que mais oneram, tais como: mão de obra, encargos, água e luz, estão dentro, abaixo ou acima da média, e adotar medidas corretivas, caso seja necessário", comenta Gebara, reforçando que o índice não deve ser usado para reajustar a taxa condominial.

Autor: Assessoria de Comunicação do Secovi -SP

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