Institucional

Especialistas mostram como serviços em nuvem podem ajudar nos negócios


Thiago Viola, da IBM, e Roberto Prado, da Microsoft, participaram do painel da Convenção Secovi, na tarde desta segunda-feira (26/8)
             Roberto Prado, CTO (Chief Technology Officer) da Microsoft Brasil

Social, mobile, analytics e cloud são ferramentas que trouxeram uma grande quantidade de dados para as nossas vidas. Esses dados precisam ser analisados e transformados em conhecimento e informação relevante para a tomada de decisão.” A afirmação é do empresário Ricardo Paixão, diretor da Rede Imobiliária Secovi, que fez a mediação do painel “As soluções vivem nas nuvens”, na Convenção Secovi, na tarde desta segunda-feira (26/8).

Chefe de negócios corporativos do Cloud Platform da IBM, o palestrante Thiago Viola fez um breve panorama do que aconteceu com o mundo nos últimos anos. Segundo ele, o que mudou foi a tecnologia. “Estamos vivendo tempos de mudança e disrupção. Os clientes estão mais impacientes e querem as informações no mesmo momento. A tecnologia é essencial  e o cloud pode ajudar a empresa em todas as etapas”, afirmou Viola, que mostrou alguns exemplos de serviços em cloud com assistentes cognitivos, que respondem perguntas e compartilham informações com acesso 24 horas e 7 dias por semana. “Os clientes esperam mais e as empresas precisam ser capazes de responder e dar informações naquele momento, de forma precisa.”

“Será que dá pra fazer?”, indagou Roberto Prado, que trabalha há 19 anos na Microsoft Brasil. Prado acredita que, com a tecnologia, é possível resolver problemas complexos. Para ele, a questão é saber por onde começar. “Tem tantas possibilidades. A primeira indicação é começar pelas pessoas. Sem isso, não adianta colocar cloud e o que quiser, que não vai.”

Prado mostrou um carro de Fórmula 1 que, segundo ele, acumula tera bytes de dados em um fim de semana. “A galera da F1 faz pit stop em dois segundos. O que podemos fazer em dois segundos?”, perguntou o especialista, destacando a importância de ter dados de consumo em tempo real. “Os dados mudam hábitos”, afirmou. E lembrou ainda que as mudanças sempre existiram. “A diferença hoje é a velocidade da mudança”, explicou, adicionando que a transformação digital é sobre as pessoas e como resolver os problemas delas. “Quando falamos de cloud, estamos querendo melhorar a experiência do cliente. A nuvem é um habilitador. Mais importante que adotar cloud, é mudar a cultura”, disse, citando Satya Nadella, presidente da Microsoft, que transformou a sua empresa. “Houve uma mudança brutal, de missão e de propósito”, revelou. “Antes, nossa missão era colocar um computador em cada mesa. Hoje, não tem mais mesa”, brincou. 

Intensidade tecnológica – Roberto Prado disse que as pessoas confundem. “Hacker não é criminoso. É mudar linguagem, pensamento e a forma para atender o cliente”, afirmou, antecipando que haverá uma intensidade tecnológica em todos os negócios. “Precisamos entender qual é a nossa intensidade tecnológica, olhar os concorrentes e mudar sua visão de mundo”, indicou, mencionando o “digital feedbak loop”. Toda empresa tem cliente, funcionário, produto e operação. “Como fazermos para isso funcionar como um looping digital? É preciso colocar uma camada tecnológica.”

Prado citou o exemplo da Tesla, empresa automobilística que atualiza o carro enviando um update de software. A intensidade tecnológica da Tesla pode ser resumida no gráfico que mostra que, na indústria automobilística, 1% do time é de desenvolvedores de software. Na Tesla é de 6,6%. “A capacidade da empresa em adotar tecnologia é maior que em toda indústria. Ela usa a nuvem massivamente e transformou o carro em uma experiência”, destacou o especialista. 

“É preciso atualizar a visão de mundo. O mundo é mobile, cloud, tem boot, realidade aumentada e inteligência artificial. A nuvem é uma habilitadora da inovação, uma grande rede mundial (data center) com padrões de segurança, privacidade e conformidade”, explicou Prado. “A gente vai continuar investindo e aumentando a capacidade computacional. Isso permite que tenhamos infraestrutura com serviços, ferramentas e possa investir em internet das coisas. Não tem IoT sem dados e eles precisam ir para a nuvem”, resumiu. A pergunta que ele deixou para a plateia; “como vamos usar tudo isso?”
 

Autor: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP


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