Loteamento

Mercado de loteamentos aquecido em Rio Preto


Empreendedores consideram pesquisa sobre o setor relevante para a tomada de decisões
Mercado de loteamentos está aquecido, indica pesquisa do Secovi-SP, Aelo e Brain

O Secovi-SP (Sindicato da Habitação), a Aelo (Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano) e a empresa de consultoria Brain - Bureau de Inteligência Corporativa divulgaram, na última semana, a Pesquisa do Mercado de Lotes Urbanizados no Estado de São Paulo, com dados do segundo trimestre deste ano.

De acordo com sondagem junto  a empresas de 55 cidades paulistas, foram lançados no período 5,6 mil lotes residenciais, divididos em 12 loteamentos, uma média de 464 lotes por empreendimento. Esse resultado representa um crescimento de 38% quando comparado com os 4 mil lotes lançados no mesmo período do ano passado. O VGV (Valor Global de Vendas) resultante da soma de todos os lançamentos no segundo trimestre deste ano foi de R$ 641 milhões, 59% acima do VGV de igual período de 2017, que ficou em R$ 402 milhões. No período de 12 meses, compreendido entre julho de 2017 e junho de 2018, foram lançados 29,2 mil lotes nessas 55 cidades, correspondendo a R$ 3,2 bilhões.

Caio Portugal, vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Secovi-SP e presidente da Aelo, explica que a pesquisa consegue mensurar qual o produto que o consumidor quer e tem maior demanda. “No loteamento aberto, por exemplo, na média, os lotes têm 209 m², e nos loteamentos fechados a área média dos lotes é de 364 m². Isso significa que as famílias, até em decorrência da sua estrutura de formação – em média, composta por 3,5 membros –, estão buscando lotes que atendam às suas necessidades de tamanho e capacidade de pagamento.”

Vendas – De acordo com a pesquisa, as cidades pesquisadas encerraram o mês de junho com 30,8 mil lotes residenciais novos disponíveis para venda, com 31% de concentração na RA (Região Administrativa) de Campinas (9,4 mil lotes). O levantamento apontou, ainda, que a Região Administrativa de São José do Rio Preto – que, na pesquisa, inclui Bady Bassitt, Catanduva, Fernandópolis, Mirassol, Novo Horizonte, Santa Fé do Sul, São José do Rio Preto e Votuporanga –, lançou 1.045 lotes no primeiro trimestre, totalizando um Valor Global de Vendas da ordem de R$ 75 milhões. Já nos meses de abril, maio e junho, a quantidade de lotes lançados subiu para 1.702 unidades e o VGV aumentou para R$ 130 milhões.

“Os dados são extremamente importantes para a tomada de decisão, ainda mais numa região com alta demanda de loteamentos, como a nossa. Além de mostrar o crescimento do setor, as informações também serão úteis para municiar o empreendedor acerca dos investimentos necessários para a área”, comenta o diretor Regional do Sindicato da Habitação, Alessandro Nadruz. Para conferir o estudo na íntegra, acesse http://www.secovi.com.br/pesquisas-e-indices

Autor: Assessoria de Comunicação do Secovi-SP


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