Institucional

Encontro NE focaliza diferentes formas de ocupação do espaço


O evento foi realizado no último dia 16/4, na sede do Secovi-SP, e contou com as palestras sobre coworking e self storage
                Alexandre Frankel entre os palestrantes Tiago Alves e Allan Paiotti

Um novo olhar para o uso do espaço de forma eficiente e compartilhada foi a tônica do Encontro de Novos Empreendedores do Secovi-SP, realizado na último dia 16/4, coordenado por Alexandre Frankel. Os empresários Tiago Alves e Allan Paiotti, presidentes da Regus e da Guarde Aqui, respectivamente, destacaram o crescimento dos segmentos de coworking e self storage no Brasil em 2017.  


Consolidada nos Estados Unidos, a indústria de self storage ainda é pouco conhecida no Brasil, mas vem crescendo com força nos últimos anos, informou o presidente da Guarde Aqui, que tem como sócios o investidor Sam Zell e o fundo Patria. “Todo mundo precisa de espaço. O espaço é um bem, um ativo, que vai desde um apartamento a um escritório maior. No caso do self storage, o espaço precisa ter eficiência, segurança e conveniência”, afirmou Paiotti, que resumiu o conceito em uma locação de espaço para armazenagem de pertences de pessoas, famílias ou empresas, que são responsáveis pelos bens guardados.

O executivo informou que metade dos clientes é de pessoas físicas e a outra é formada por pessoas jurídicas. “Temos muitos importadores e muitas empresas de e-commerce, mas a maior parte é de pessoas físicas, que aluga um box para, por exemplo, guardar equipamentos de lazer”, contou. “A possibilidade de todo mês poder escolher se ela quer continuar, diminuir ou aumentar o tamanho do box transforma o custo em algo flexível e variável. Esse é o uso eficiente do espaço”, complementou.

Paiotti explicou a diferença entre self storage e guarda-móveis. “O nosso desafio é mostrar o quão é diferente o self storage. O guarda-móveis é um serviço e o self storage é uma atividade de locação.”

De acordo com o executivo da Guarde Aqui, o crescimento da companhia no Brasil tem sido exponencial. “Hoje, temos 23 unidades em nove cidades. O mercado brasileiro é muito pulverizado, com cerca de 300 unidades de self storage. Nos Estados Unidos, são 60 mil unidades. A penetração por metro quadrado por habitante no Brasil é menor do que a existente na África do Sul. Então, o mercado é promissor nos próximos anos.”

Coworking - Líder mundial em soluções flexíveis de espaços de trabalho, a Regus atua no negócio de compartilhamento de espaços há quase 30 anos.Com sede em Luxemburgo (Bruxelas), a empresa, fundada em 1989, aposta no modelo de trabalho, no qual não é preciso estar no escritório todo o tempo, conforme destacou o presidente da empresa no Brasil, Tiago Alves.

Alves apontou os principais fatores que estão influenciando a forma como as empresas e pessoas trabalham, como a redução da idade média de existência das empresas, o armazenamento de dados em nuvem, a mudança na forma de comunicação, a liderança das startups, a geração Millennial, entre outros.

“O coworking é uma das formas como as empresas estão buscando se diferenciar, facilitando o encontro e a interação com o cliente”, destacou Alves, salientando que as starturps já nascem em uma ambiente colaborativo. “A maior parte dos usuários de coworking é formada por advogados e escritórios de contabilidade. Mas é aberto para todo mundo”.

Por meio da gama de diferentes formatos de escritório, a Regus permite que as pessoas e empresas trabalhem onde, quando e como querem, com uma variedade de opções de preços. “Se precisar de espaços com prazos diferenciados, os espaços flexíveis podem atender. Existem clientes que locam por um dia e outros por anos”, contou o executivo, que estima uma economia média de 30% por mês para o cliente.

Segundo Alves, instalar uma unidade Regus em um prédio de escritórios é uma forma de garantir o aluguel do espaço. Com o atual cenário econômico, muitas empresas se voltaram para a locação do imóvel para compartilhamento. “A indústria de coworking foi a segunda indústria que mais locou espaços na cidade de São Paulo”, disse, informando ainda que, atualmente, o mercado imobiliário tem 1% de espaços flexíveis e, em 2030, vai representar 30% destes espaços.

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Autor: Assessoria de Comunicação do Secovi-SP 


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