Institucional

Reforma Administrativa e a redução das contas públicas


Paulo Uebel, ex-secretário de Desburocratização do governo federal, falou sobre o tema em Live Secovi-SP
Live Secovi-SP reuniu especialista para debater Reforma Administrativa

Dia 23/9, em Live Secovi-SP, Paulo Uebel, ex-secretário de Desburocratização do governo federal, falou sobre a importância da aprovação da Reforma Administrativa antes mesmo de se iniciar os debates da Reforma Tributária.

Ele ressaltou que o Brasil tem necessidade de se tornar um país mais justo. “Isso só será possível se as regras mudarem e diminuírem as vantagens dos servidores públicos, que são muito desproporcionais em relação aos demais trabalhadores.”

Além de diminuir desigualdades, a aprovação da Reforma Administrativa vai diminuir os gastos públicos e o governo federal terá mais recursos para aplicar em outros setores e atender mais pessoas em condições de vulnerabilidade econômica e social, conforme análise do especialista.

Conforme divulgado pelo Ministério da Economia no dia 22/9, o déficit primário nas contas públicas do governo para este ano deve somar R$ 861 bilhões. Isso demonstra que as despesas do governo superam as receitas com impostos e contribuições. Uebel disse que os gastos com funcionalismo representam quase 14% do PIB do Brasil. “Na União Europeia, não chegam a 9% do PIB”, comparou.

Só em 2021 – Apesar de mostrar otimismo com o assunto, Uebel disse que os avanços da Reforma Administrativa ficarão para 2021, em virtude das eleições municipais e da mudança do presidente da Câmara, prevista para o mês de janeiro.

Para ele, a reforma administrativa é a maior que o governo federal pode promover nesse momento. “As mudanças propostas no PL do Executivo podem resultar na economia, em 10 anos, de R$ 1 trilhão.”

Ely Wertheim, diretor do Secovi-SP e da Luciano Wertheim Incorporadora e Construtora, também participou da Live Secovi e disse que apoiar a Reforma Administrativa é um dever de todo brasileiro. “Temos de combater os óbices e defender as boas ideias. Assim, teremos um Brasil mais moderno, que valoriza os bons funcionários públicos. Essa não é uma ação de governo, mas de nação”, ressaltou.

Na avaliação do diretor do Sindicato, o governo federal faz o que é possível politicamente, e é assim que tem de ser. “Ele não deve ser criticado por não ter feito, mas sim ser apoiado por aquilo que está fazendo. Defendemos ideias de que modernizam o Brasil e as pessoas precisam de informações, como as apresentadas pelo Paulo Uebel, para entender que a reforma é modernizadora e clara”, destacou Wertheim.

Assista a Live Secovi, que contou com a mediação da jornalista Denise Campos de Toledo.

 

Autor: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP


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