Institucional

Sindicato da Construção de São Paulo pede desoneração de cimento e aço 


Pleito do SindusCon-SP ao Ministério da Economia contou com apoio do Secovi-SP e foi motivado pela escada de preços dos materiais
Secovi-SP apoio pedido do SindusCon-SP para desonerar cimento e aço 

Diante da escalada de preços dos materiais de construção e seu impacto nos contratos do setor, o SindusCon-SP solicitou desoneração de tributos federais sobre cimento e aço, em ofício enviado ao Ministério da Economia em 17 de março, com o apoio do Secovi-SP - A Casa do Mercado Imobiliário. 

Estes dois insumos têm peso considerável no custo das obras em geral, e especialmente daquelas voltadas ao atendimento do programa habitacional Casa Verde e Amarela. O pleito se baseou em estudos realizados para o SindusCon-SP pela consultoria Ecconit, mostrando a importância da adoção da desoneração no presente momento. 

O estudo elenca também outros insumos da construção que poderiam ser desonerados. O Ministério da Economia tem manifestado preocupação com o problema, que já começa a impactar os índices de inflação. 

De acordo com Odair Senra, presidente do SindusCon-SP, a escalada de preços de materiais continua e novos aumentos estão sendo anunciados pelos fabricantes destes insumos, para vigorarem a partir de 1º de abril. 

“A situação é preocupante. Os orçamentos das obras estão ficando cada vez mais impactados. Há um desequilíbrio econômico financeiro crescente nos contratos de fornecimento das obras. A renda das famílias não comporta repasses aos preços dos imóveis nessa proporção. Não há espaço no orçamento dos governos para reajustar os preços dos contratos de obras públicas”, afirma o presidente do SindusCon-SP. 

Segundo Senra, a desoneração proposta será necessária para evitar que se chegue a um ponto de paralisação de obras públicas em execução, aí incluídos os empreendimentos do Casa Verde e Amarela voltados às famílias de baixa renda. E, também, para que os preços dos insumos se estabilizem e permitam às construtoras trabalharem sem novos sobressaltos, além de um mínimo de previsibilidade na orçamentação das obras futuras.

Fonte: Assessoria de Imprensa do SindusCon-SP.

 

Autor: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP


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