Durante reunião da Comissão da Indústria Imobiliária (CII), da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), dia 10/4, no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), o secretário estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, apresentou as vantagens competitivas para se investir em Mato Grosso do Sul. “O Estado tem boas oportunidades de investimento graças ao ambiente institucional estabelecido e as políticas de desenvolvimento que temos. Há vantagens propícias à cadeia produtiva da construção civil, especialmente, a do mercado imobiliário”, declarou.

Verruck falou das possibilidades de retorno que Mato Grosso do Sul pode oferecer aos investidores que procuram boa destinação para os recursos financeiros. “Aqui, há uma forte inter-relação entre os setores privado e público. Essa facilidade institucional, que permitiu levar alguns preceitos da administração privada para a pública, é uma forma de incentivar o próprio mercado imobiliário e o da construção civil”, analisou.

Para o diretor do Sinduscon/MS (Sindicato Intermunicipal da Indústria da Construção do Estado de Mato Grosso do Sul), Cleber Recalde, há vantagens competitivas no Estado, que podem interessar os líderes empresariais de outras partes do País. “Acredito que, em breve, devemos receber investimentos por parte desses empresários da construção imobiliária”, disse.

Já o presidente da Comissão da Indústria Imobiliária, Flávio Prando – também vice-presidente de Habitação Econômica do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) -, destacou a modernidade do modelo de gestão pública apresentado por Verruck, por se pautar em metas e objetivos com prazos para serem cumpridas. “Ele nos informou que os secretários de Estado estão assinando um documento com o compromisso de que se não cumprirem as metas anuais terão de se desligar do governo. Para nós, isso é inovador e extremamente animador para o setor empresarial”, destacou.

“Empresário precisa da previsibilidade. Nós não temos receio de assumir os riscos de mercado. O que nos preocupa é a insegurança jurídica. O modelo de gestão do estado de Mato Grosso do Sul segue uma linha mais profissiona”, completou Prando.

Com informações da Unicom – Unidade de Comunicação e Marketing/Fiems