Locação

Secovi-SP divulga Pesquisa de Locação Residencial de maio


Em 12 meses, os novos contratos de locação registraram variação de 2,21% na cidade de São Paulo
Pesquisa de Locação de residencial da cidade de São Paulo do Secovi-SP

De acordo com a Pesquisa Secovi-SP de Valores de Locação Residencial, os novos contratos de locação na cidade de São Paulo tiveram uma variação de 2,21% no acumulado de 12 meses (junho de 2021 a maio de 2022).

Esse percentual permanece abaixo do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), da Fundação Getúlio Vargas, que registrou variação de 10,72% em igual período.

PESQUISA DE LOCAÇÃO RESIDENCIAL NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
VARIAÇÃO DO VALOR MÉDIO COMPARADO COM O IGP-M ACUMULADO 12 MESES

 

 

 

 

 

 

 

Em maio, os valores locatícios variaram 0,40% e, nos primeiros meses deste ano, 1,40%. Imóveis de 1 quarto registraram alta de 0,50%, seguidos por unidades de 2 dormitórios, com variação positiva de 0,40%, e os imóveis de 3 quartos, 0,15%. 

O fiador foi a garantia mais frequente entre os inquilinos, respondendo por 45,5% dos contratos de locação realizados. O depósito de três meses de aluguel foi a modalidade de garantia preferida em 39,5% dos contratos. O seguro-fiança correspondeu a 15% dos contratos firmados em maio.
 
O IVL (Índice de Velocidade de Locação), que avalia o número de dias que se espera até que se assine o contrato de aluguel, indicou que o período de ocupação foi de 32 a 84 dias. Casas e sobrados foram alugados mais rapidamente: 32 a 56 dias. Os apartamentos tiveram um ritmo de escoamento mais lento: 36 a 82 dias.
 
Sobre a Pesquisa Secovi-SP de Locação Residencial
 
Elaborada pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, a Pesquisa Mensal de Locação Residencial monitora o comportamento do mercado de aluguéis na capital paulista. As informações estão disponibilizadas em valores por m² (área privativa de apartamentos e área construída de casas e sobrados) e estão organizadas em oito grandes regiões: Centro; Norte; Leste (dividida em duas: zona A – que corresponde à área do Tatuapé à Mooca; zona B – outros bairros dessa área geográfica, como Penha, São Miguel Paulista etc.); Oeste (segmentada em duas: zona A – Perdizes, Pinheiros e vizinhanças; zona B – bairros como Butantã e outros); Sul (dividida em duas sub-regiões: zona A – Jardins, Moema, Vila Mariana, dentre outros; zona B – bairros como Campo Limpo, Cidade Ademar etc.).

Autor: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP


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