
“A aprovação dessa nova proposta é uma oportunidade esperada há anos, com possibilidades de regularização de novos instrumentos urbanísticos e arquitetônicos para projetos que serão implantados na cidade. Fachada ativa, fruição, desenvolvimento orientado pelo transporte (DOT), estudo de impacto de vizinhança (EIV), outorga onerosa, entre outros, são instrumentos que deverão ser considerados na elaboração de novos projetos”, explica Marcelo Coluccini, diretor Regional do Secovi no município.
De acordo com a legislação, o Plano Diretor deve ser atualizado a cada dez anos. O último foi entregue em 2006. Para Coluccini, os dois últimos planos acabaram por bloquear a criatividade e a inovação, já que o desenvolvimento poderia ter sido ainda maior se a cidade tivesse sido planejada anteriomente. “É preciso ter perfeccionismo na elaboração desse documento, mas não podemos demorar muito. O prazo está se esgotando. Estamos no caminho da reinvenção e essa será uma ferramenta essencial para traçarmos o que vem pela frente aqui em nossa região”, explica.