O Secovi-SP, representado pela Proempi (Associação de Empresas e Profissionais do Setor Imobiliário de Jundiaí e Região), participou no dia 3/9 da 9ª Reunião da Comissão Especial de Fiscalização e Acompanhamento das Políticas de Desenvolvimento Econômico e Revitalização da Região Central, realizada no Plenário da Câmara Municipal de Jundiaí. A participação da entidade foi liderada pelo presidente da Proempi e representante do Secovi-SP, Fernando Sampaio Rodrigues, acompanhado dos vice-presidentes Danilo Terroso D’Angelo, Adriano Arantes Olivato, Célia Benassi e Edna Ozolin, além de conselheiros e associados como Josué Spinace, Márcio Viotti e José Pedro Menten, coordenador do Grupo Imobiliárias e representante da entidade no Conselho de Habitação da Fumas.

 

O presidente da PROEMPI e representante do Secovi-SP, Fernando Sampaio Rodrigues, destacou a relevância de discutir a habitação social no processo de revitalização do centro, enfatizando que “promover espaços de habitação é fundamental para a revitalização da região central, pois, assim, vamos conseguir repovoar a região, dar vida ao comércio e serviços, aproveitar a infraestrutura já existente, trazer segurança e vitalidade urbana e integrar políticas públicas de mobilidade, cultura e meio ambiente”. A Comissão, composta pelos vereadores Faouaz Taha, Henrique Parra Filho e Cristiano Lopes, tem promovido uma série de encontros com diversos setores da sociedade para levantar demandas, propor soluções e fiscalizar a efetividade das políticas públicas voltadas à revitalização da região central.

 

O conselheiro Márcio Viotti, representante da Proempi e do Secovi-SP no Conselho Municipal do Plano Diretor, apresentou dados, simulações e reflexões para ampliar o debate sobre a habitação de interesse social, reforçando o posicionamento da entidade de que o mercado imobiliário deve ser visto como parceiro na solução dos problemas habitacionais. “Para moradias das Faixas 1 e 2, de menor renda familiar, o setor privado sozinho não consegue atender. É preciso subsídio governamental, terrenos disponíveis, infraestrutura e redução de impostos e juros”, explicou Viotti, que também enfatizou que “nós não somos o problema, somos a solução. O setor não constrói onde não existe demanda. Atendemos ao crescimento da cidade e buscamos oferecer alternativas para que esse desenvolvimento seja sustentável e inclusivo”.